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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Crise nos emergentes: Uma segunda etapa da crise de 2008

Nos últimos dias são divulgadas a medo (pelo menos na imprensa nacional) a situação que se está a viver nos chamados "países emergentes"(que incluí Brasil, Turquia, Russia, China e boa parte da América latina e sudoeste asiático). Que situação é esta? Desvalorização acentuada das moedas, fuga de capitais, diminuição dos índices industriais, são faces que já estão visíveis numa crise que nunca desapareceu e que apenas foi disfarçada. O "aviso" para esta situação já tinha sido feita pelo ministro da Fazenda do Brasil (ministro das finanças) "Hoje, temos gravidade tão grande quanto em 2008, mas sem grandes instrumentos de controlo da Europa, como os EUA tiveram o Fed [Banco Central norte-americano]". De reparar que estas declarações foram feitas em 2012. O que permitiu então que a situação fica-se calma durante mais de um ano e os primeiros efeitos agudos se estejam a sentir apenas agora? Dinheiro para quem mais tem! Tanto na Europa como os Estados Unidos practicaram uma política de taxas de juro muito baixas, o que permitiu que os bancos se financiassem a quase custo zero, e desse modo investiram milhares de milhões nos países emergentes. O que mudou para que esteja a acontecer isto agora? Os EUA, estão a retirar progressivamente os chamados "estímulos" (que mais não são do que dar dinheiro para os mesmos empresários e banqueiros de sempre) que foram usados essencialmente em negócios especulativos, o que está a fazer a bolha que já estava de dimensões gigantescas ameaçar uma explosão.O que vai acontecer? Só nas próximas semanas o vamos saber, mas para já agarrem-se bem...pois vais ser atribulado.

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