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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O Governo emigrado



Em todo o mundo assiste-se a vários ciclos de emigração em que as populações devido às fracas condições de vida procuram uma vida melhor no exterior. Mas em todas as vagas de emigração há uma coisa em comum, o povo emigra. Pois, em Portugal a situação é diferente, pois o Governo português além de incentivar a emigrar já tomou a dianteira, pois o ministro dos negócios estrangeiros nunca está cá e só veio passar o natal cá provavelmente por falta de convites do exterior para passar a quadra natalícia.
Tem sido pedido descaradamente para se emigrar se não tivermos trabalho no nosso País o que se apresenta como uma assumpção por parte do governo que FALHOU! Falhou porque assume que não irá conseguir dar uma vida condigna a quem trabalhou toda a vida, falhou porque não assume que não irá dar educação e saúde a um preço que não exclua ninguém (Gratuito não exclui) mas o seu maior falhanço foi o desrespeito pela Constituição que estabelece no seu artigo 58º que “Todos têm direito ao trabalho” e que incumbe ao Estado a “execução de políticas de pleno emprego”. Pois, por isto tudo e não só o governo falhou, e a falha é no incumprimento de um critério essencial (não, não é o critério de estabilidade orçamental), esse critério é o do cumprimento da lei essencial que é jurado cumprir. Por isso resta exortar a que o Governo tenha vergonha na cara e face a saber que não irá conseguir fazer cumprir a constituição o assuma e se demita ou que o Presidente da República tome uma posição de firmeza e defenda a constituição que jurou cumprir demitindo o Governo. Por isso a exigência e batalha diária do Contra-Reaccionário será de que o Governo siga o pedido que faz à população desempregada e emigre!

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