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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

PSP gasta dinheiros públicos em material que não tem autorização de usar

Em tempos em que se fala tanto de austeridade, em que se sente a falta no bolso do dinheiro que nos tiram, a PSP vai comprar 2 "drones" (aviões de aero modelismo), motas de água e até um barco! Embora por lei não possam ter aquilo...nada impediu a PSP e o ministério da Administração interna de gastar 300 000 euros (mais de 600 salários mínimos para se ter uma noção do que é. Dava ordenado para quase 50 pessoas num ano, embora mínimo) em alguns brinquedos. O problema já seria grave se fosse apenas este, a utilização de dinheiros públicos para actividades que não podem ser realizadas, portanto seria atirar para a fogueira dinheiro. Mas o problema é maior, pois embora não haja autorização legal, há provas de utilização destes equipamentos. Seja em vídeos:


Ou até no site da própria empresa fornecedora dos aviões não tripulados (conhecidos  por "drones"):
"Now used by the Portuguese police, the hand-launched design has a 2h flight endurance and an operating range of 10.8nm (20km). “It’s a very intuitive system, and can be controlled from an iPad, PC laptop or Android phone,” says Whitehouse. Applications range from traffic and infrastructure monitoring to supporting disaster relief activities, with its 5kg (11lb) maximum take-off weight including a payload of 2kg." ( http://www.flightglobal.com/news/articles/dubai-tekever-courts-local-partner-for-uav-production-393370/).

Além da utilização ILEGAL de dinheiros públicos, o que já seria grave, isto vai servir para instituir uma vigilância generalizada sobre a população. 
A quem rouba o país, a quem roubou o BPN, a todos os governantes que endividaram o país não vigiam eles, mas a população que trabalha todos os dias e paga impostos já vigiam...
Esta é uma situação que agride o direito à liberdade e à privacidade e portanto é direito de todos de por todos os meios repôr a normalidade e portanto de acabar com estas aeronaves...

Artigo 21.º
Direito de resistência
Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.












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